terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

O QUE É UMA CIDADE SUSTENTÁVEL?

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No âmbito do projeto "Sons da Gardunha", veio hoje à nossa escola a Dr.ª Ana Cunha, arquiteta da Câmara Municipal do Fundão, para falar do que é uma cidade sustentável. A sua presença foi atempadamente preparada com um "Guião de entrevista ao arquiteto", a que se juntaram outras questões que surgiram vindas de casa.
Foi uma hora fantástica. As questões foram sendo colocadas pelos pequenos entrevistadores e a arquiteta, sempre disponível e com uma amabilidade fantástica, não deixou ninguém sem resposta, procurando saciar as nossas curiosidades.
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Os nossos alunos estiveram à altura da situação e, com um comportamento irrepreensível, assimilaram e registaram todas as respostas que foram conseguindo captar. O ambiente e o aproveitamento dos recursos que este nos proporciona era o ponto principal.
Ficaram a conhecer novos projetos que poderão nascer em breve na nossa cidade, uma cidade que pretende ser amiga do ambiente. Afinal de contas tem à sua mercê uma maravilhosa serra que é a rainha da nossa terra.
E as questões? Eram tantas e o tempo foi tão curto…!

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No final, satisfeitos com o resultado, a fotografia de grupo para a posteridade
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Sérgio Martins
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TREINOS DE SUPERTMATIK (CÁLCULO MENTAL)

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Aproximam-se os campeonatos de SuperTmatik e os alunos, sempre que podem, aproveitam para treinar o seu cálculo mental.
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Esta semana foi a turma do 2.º ano que entrou na lufa-lufa. E eles gostam tanto que, por vezes, é necessário moderar o seu entusiasmo. Mas aprendem, ó se aprendem!
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segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

PROJETO OYAS - AQUAE VITAE

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A água, já o aqui dissemos várias vezes, é um bem cada vez mais precioso. Daí que todas as iniciativas tendentes a utilizá-la de forma racional devam merecer o apreço de todos.
A turma do 3.º ano, juntamente com a Escola do Telhado, irá estar integrada, durante este ano, no Projeto OYAS - AQUAE VITAE, concorrente ao Prémio Ilídio Pinho.
Os objetivos do projeto são, basicamente, os seguintes:
- Conhecer diversos tipos de solo (barro), experimentando as suas propriedades;
- Reconhecer a importância da água como recurso natural, mas que não é ilimitado;
- Conhecer sistemas de rega tradicionais e modernos em uso na região;
- Aferir da eficácia dos vasos de barro num sistema da rega, experimentando diversas formas de conceção (tipo de barro, cozedura, etc.);
- Instalar o sistema na horta e jardim das escolas, do município e freguesias;
- Divulgar e procurar dinamizar o processo, através da reativação da indústria artesanal.
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Para ter mais informação acerca da utilização das oyas, dê uma espreitadela neste filme que, apesar de estar falado em francês em francês, tem a particularidade de as imagens serem  bastante explícitas.


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Para além da questão da água, este projeto tem ainda a grande preocupação, a todos os tipos louvável, de reativar a atividade oleira no Telhado, com grandes tradições na matéria. 
Em breve daremos mais informações, que o assunto bem merece.
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sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

EU FUI AO ZOO

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Eu fui ao Zoo
Vi um leão
Rugiu tão alto
Que até tremeu o chão.
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Eu fui ao Zoo
Vi uma girafa
Tinha tanta sede
Que tentou beber da garrafa.
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Eu fui ao Zoo
Vi um elefante
Tem a memória tão boa
Que não precisa de memofante.
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Eu fui ao Zoo
Vi um tigre
Estava tão triste
queria ficar livre.
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Poema - Diego Macchi - 4.º ano
Ilustração: Nádia Pereira - 4.º ano
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A MATEMÁTICA NA ARQUITETURA PAISAGÍSTICA

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O dia começou à volta dos perímetros, conceito já anteriormente desenvolvido e satisfatoriamente consolidado. Mas há que insistir, insistir sempre, só assim o "gravar como" se aciona, rejeitando a condição de "memória RAM".
Às tantas um problema/desafio surge no sempiterno quadro. Os alunos, refletindo e operando, deitam mãos à obra. Analisadas as respostas, maioritariamente adequadas, surge então a proposta: construir uma maqueta com o jardim da biblioteca. 
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Para isso havia que dar os seguintes passos: reproduzir, com rigor, numa escala de 1/100, os canteiros numa folha de papel; decorar e recortar os canteiros; instalar os seis canteiros numa folha quadrangular (o jardim); criar alguma envolvência.
Eles gostaram do desafio e, a pouco e pouco, as coisas foram acontecendo.

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No final do tempo estipulado nem todos os trabalhos ficaram concluídos, mas o que se conseguiu foi frutuoso, com os objetivos a serem amplamente cumpridos: mediram, decoraram, recortaram, conjeturaram tendo em conta o espaço, colaram...
Sem se darem conta, foram desenvolvendo conceitos e competências. Há tantas formas de despoletar o "guardar como"...!
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quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

A VISITA DE ESTUDO VISTA PELO TIAGO

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sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

CARNAVAL NA ESCOLA - O FILME

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O dia, como sempre nestas coisas, prometia ser intenso. Para o exterior era apenas um em que a miudagem iria mascarada, a seu bel-prazer, para se divertir à brava. No interior sabia-se que, pelo contrário, seria um dia em que, mais do que nunca, as atenções requeriam ser redobradas. É que eles, no encarnar das personagens que vestem, saltam, pulam, arremessam, riem, fazem de conta, ultrapassando, por vezes, as marcas. E há que estar atento.
No cômputo geral a coisa correu bem. Juntaram-se as quatro turmas, acoplaram-se as duas turmas do Jardim de Infância, com muitos irmãos, primos e conhecidos de permeio, e o faz-de-conta aconteceu, naturalmente. Para que as pessoas se entendam nada melhor que estabelecer pontes entre as ilhas.
No final, a cereja no topo do bolo: houve teatro, houve aplausos, houve canções convidativas ao dar de mãos. As ilhas juntaram-se, assim se formam continentes. Que mais desejar?
O nosso Carnaval foi bom, ó se foi!
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AC
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Ó MEU DEUS, HÁ GERMES POR TODO O LADO!

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A vida, para quem a quer sentir, é mesmo assim: exige compromisso, determinação e, acima de tudo, crença. E quem melhor do que as crianças para isso?
Já aqui tínhamos relatado que os alunos do 4.º ano andavam a ensaiar a peça "Ó meu Deus, há germes por todo o lado", da autoria da Joana Augusto - que voos se desenham em ti, Joana? - para representar esta sexta-feira, dia dedicado ao Carnaval. Pois bem, chegada a hora, e já com a plateia bem repleta - além dos alunos da nossa escola, também os pequenotes do Jardim de Infância estiveram presentes, num total de cerca de 130 pessoas - na antecâmara os atores aguardavam pela sua hora.
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Finalmente entraram em cena, após apresentação do Francisco. Não estavam nervosos, não estranharam o numeroso público. Começa a ficar habituada ao palco, esta malta, o que é muito bom sinal. O seu futuro desempenho social agradece.
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Eles prosseguem na sua performance e, logo à partida, os sinais são bons: a assistência não se dispersa, num respeitoso silêncio, procurando não perder pitada do menu que lhes está a ser servido.
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Quem observa, sem se dar conta, vai entrando num exercício de saber quem é o Obcecado, a Corajosa, o Chato, a Sentimental, o Sensível... As coisas, a cada momento, começam a ganhar forma.
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A proximidade da assistência não atemoriza os atores. Sentem-se à vontade, representam o seu papel, ganham auto-estima. 
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A autora da peça é também a narradora. E, de megafone em punho, a Joana vai ligando as diversas pontas da peça.
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Os colegas são bons, correspondem ao que lhes é solicitado, acrescentando sempre algo de produção própria. A coisa continua a correr bem.
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A peça aproxima-se do fim. O Obcecado é confrontado com a visão dos outros, comprometendo-se, no futuro, a enquadrar-se melhor na realidade alheia. 
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Mensagem deixada, expetativa dobrada. Que pensaria a assistência?
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Pois bem, a reação parece ter sido unânime: a audiência gostou, aplaudiu e... o ego da Joana e dos nossos pequenos atores encheu-se de forma plena. Parabéns para todos!
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PARABÉNS, CAROLINA!

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Apareceu hoje, na escola, toda à anos 20: saltos altos, vestido largo ornado com compridos colares, casaco de peles, uma fita na cabeça que servia de suporte a uma flor vermelha. É Carnaval, entenda-se, e cada um tende a representar um papel perante os outros. Vinha bem, a Carolina, com o mérito de conseguir equilibrar-se, com alguma naturalidade, na altura daqueles enooormes saltos.
A Carolina, para quem a conhece bem, chegou mais sorridente do que o habitual. Pudera, fazia anos, e, se essas coisas mexem sempre com qualquer um, muito mais mexem com uma criança.
A Carolina é espevitada, espontânea, com a sensibilidade à flor da pele. Gosta de cultivar amizades, de cantar, de se mexer, é o protótipo da pessoa que vê sempre o copo meio cheio. Empolga-se, quando o motivo a seduz, barafusta, quando não é do seu agrado. Mas é solidária, amiga do seu amigo, sempre pronta a acudir a qualquer labareda. É uma excelente pessoa, a Carolina!
A Carolina, a decana da turma, completou hoje 11 anos. Parabéns!
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PARABÉNS, TIAGO!

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Eu sou o Tiago, fiz 9 anos no dia 6 de fevereiro. Sou aluno da Escola de Aldeia de Joanes e ando no 3.º ano. Também tenho aulas na UEE, na Escola Serra da Gardunha.
Gosto dos meus amigos, da Leonor Barroso, do Tomás Dias Neto e de todos.
Andar na escola é muito bom, já sei ler histórias de encantar. Adoro jogar e pintar no computador.
Gosto de viajar no táxi mas adoro vir no carro da mãezinha.
Adoro fazer anos e estou feliz! Já tive dois bolos, um na UEE e outro na escola, e vou ter o 3.º bolo em casa com a família.
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Tiago Monsanto - 3.º ano
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